terça-feira, 29 de novembro de 2011

Campanha “Separe o lixo e acerte a lata” é veiculada em TVs e rádios

A riqueza ambiental e social do lixo também é ressaltada na campanha
Os ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social começaram a veicular desde o domingo, 20 de novembro, a campanha “Separe o lixo e acerte a lata”. 
Ela está sendo divulgada nas principais emissoras de TVs e rádios do país, com a finalidade de alertar a população brasileira sobre a necessidade de mudança no comportamento em relação à coleta seletiva.

A campanha, que ficará no ar até o dia 8 de dezembro, procura mostrar os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos do país, e como o simples gesto de separar o lixo seco do úmido irá possibilitar ao catador um acesso mais rápido e higiênico aos resíduos descartados.

A riqueza ambiental e social do lixo também é ressaltada na campanha, no intuito de demonstrar o desperdício de recursos naturais, gerados pela fabricação de novos produtos e a poluição provocada pelo seu consumo.

Uma das ideias da campanha é reforçar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em 2010, que prevê a desativação dos lixões até 2014. Quando a lei começar a vigorar, os aterros sanitários deverão receber apenas o que não poderá mais ser reciclado. Com esta realidade, a coleta seletiva e a logística reversa terão que ser implantadas em todos os estados e municípios.

Segundo os ministérios, divulgar as propostas da PNRS é importante para aumentar à reciclagem no Brasil, além de incentivar à população a separar, em casa, os resíduos secos dos úmidos.



Material reciclável

O lixo úmido (ou orgânico) é composto por restos de alimentos, cascas e ossos, pó de café e de chá, galhos e podas. Separados e reciclados, pode servir de adubo na produção agrícola ou como insumo para gerar energia.

O lixo seco, por sua vez, é todo o resíduo feito de papel (como caixas longa vida), vidro (potes de maionese), metal (latas de alumínio) e plástico (garrafas PET). Se limpos e separados corretamente, podem gerar emprego, renda e poupar recursos naturais. Com garrafas PET, por exemplo, é possível produzir madeira sintética ou um novo plástico.


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